Entrevista com Tê Maria para a revista Leitura  e Crítica

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LANÇAMENTO DO LIVRO

1 Como você se define como poeta e escritora?

Esta é uma definição difícil de se fazer com clareza ou precisão até porque ser poeta e escritora é para mim um processo em constante construção.

 Mas posso dizer que tenho a poesia na alma desde a mais tenra idade, costumo dizer que nasci gêmea da poesia, da literatura, da palavra.  Desde a infância a literatura se fez presente em minha vida e foi criando memórias que só tardiamente vim a entender.  Tudo que eu li se transformou num grande baú cheio de histórias e sentimentos que foram se juntando às minhas vivências, memórias que seriam depois o sustentáculo, o fio condutor para a poesia que hoje tento escrever.

Olavo Bilac compara este oficio “Ser poeta” como a de um escultor, um ourives ou um artesão. E é assim que me vejo de certa forma, sem ser pretensiosa, sinto-me uma artesã da palavra, que procura através linguagem, pela palavra escrita, exteriorizar sentimentos, dar vasão a tantas emoções reais ou inventadas.  Continuamente, buscando dar significação ao real e ao imaginário de forma poética.

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BREVE, ENTREVISTA COM A ESCRITORA E.L.WOODS

Resultado de imagem para E.L. woods escritoraSobre “Amor Especial”, Woods destaca: “Eu me apaixonei pelo enredo do meu primeiro livro, e por causa disso, não quis me desvencilhar totalmente dele. Daí a ideia de escrever Amor Especial. Apesar de uma história não ser continuidade da outra, tem ligação, pois retiro do primeiro livro o mocinho do segundo e trago alguns personagens junto com ele”.

E. L. Woods é o nome fictício de Edileuza Ferraz, escritora pernambucana, radicada em Maceió no estado de Alagoas. É Servidora Pública Federal (Instituto Federal de Alagoas), formada em Letras e especialista em Gestão de Pessoas. “Escrevo por prazer, para transformar as ideias em história”, diz ela.
A obra “Amor Impossível”, publicado pela Editora Chiado, é o primeiro livro de sua autoria. Nele, a autora traz como principais personagens Andrew Clark e Melise Evans. O ano é 1815 e Hamptonshire, cidade campestre da Inglaterra, é o cenário fascinante onde ocorre a narrativa. Andrew é um viúvo de 33 anos, rico e cético em relação ao amor. Já Melise é uma linda jovem, de apenas 21 anos, que perdera os pais e o único irmão num trágico acidente, bem como todos os bens que pertenciam à família. A história retrata cenas de perda e dor, mas, principalmente, o amor entre duas pessoas, que, apesar de possuírem concepções diferentes de sentimentos, vencem barreiras, à medida que se libertam dos preconceitos da sociedade da época e entendem que às vezes é necessária uma mudança radical na vida para encontrar a verdadeira felicidade.

EM BREVE, ENTREVISTA COM O ESCRITOR MATHEUS ARCARO

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Matheus Arcaro (1984) é mestrando em Filosofia contemporânea pela Unicamp. Pós-graduado em História da Arte. Graduado em Filosofia e também em Comunicação Social. É professor, artista plástico, palestrante e escritor, autor do romance O lado imóvel do tempo, dos livros de contos Violeta velha e outras flores e Amortalha e do recém-lançado de poesia um clitóris encostado na eternidade. Também colabora com artigos para vários portais e revistas

breve, entrevista com Natalia Moraes

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Nascida na União Soviética e naturalizada brasileira, Natalia (ou Natasha) é a filha mais velha de um grande artista de circo russo e uma bela bailarina do balé Bolshoi. Teve sua estreia como artista circense aos cinco anos de idade e passou a fazer parte do mundo de shows itinerantes dos pais. Quando tinha oito anos, sua família recebeu uma proposta para fazer shows na América Latina (em Lima – Peru). Depois de uma breve estadia em Peru, viajou com o circo por Chile, Uruguai, Paraguai e trabalhou durante dois anos em Argentina (Buenos Aires). Ao receber uma nova proposta de um grande circo brasileiro, a família toda mudou-se para o Brasil, onde ficaram definitivamente.
 
Natalia aprendeu a escrever em português depois dos onze anos de idade e viveu fazendo shows até os vinte e quatro. Desde que sua carreira como artista acabou ela já foi balconista, modelo, vendedora, assistente, designer e até auxiliar de professor (em artes cênicas). Hoje é casada com um brasileiro e vive em Sorocaba, tendo “O Saotur” como sua estreia no mundo literário.
 
Desde Junho de 2016 Natalia conta com a fantasia O Saotur – Segredos de Um Reino sem Nome, o romance medieval Lobos Brancos Entre Ovelhas (lançado em Novembro de 2016) e o conto O Psicopata e a Mancha (lançado em Fevereiro de 2017).

LIN QUINTINO, Entrevista para Leitura & Crítica 

01-Como se define, enquanto pessoa na sociedade?

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LIN QUINTINO-POETA E ESCRITORA

Na sociedade somos um corpo tecido de papéis social, econômico, político e religioso e isso que nos molda. Sou uma pessoa que transita por esse meio, soma de todos os papéis e arranjos que me permitem ser poeta, professora, escritora, mãe e mulher.

02-A profissão de professora é um desafio nesse Brasil atual?

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Revista Literária